Mário Pereira ilibado

Mário Pereira foi ilibado da queixa perjúrio colocada por Francisco Cunha. A juíza do tribunal de Almeirim entendeu que a expressão, a qual foi acusado de ter proferido contra Francisco S. Cunha, terá sido apenas um desabafo, resultado de uma reunião de câmara exigente e prolongada.

A juíza considerou provado o facto de a expressão ter sido usada, consequência de alguns dos depoimentos das testemunhas (Vereador Carlos Jorge e Pedro Arroiolos) a favor do réu não terem sido considerados credíveis, mas justifica que a expressão em si não é penalizável por lei e que não teve o intuito de ofender o queixoso.

Francisco Cunha ainda não decidiu se vai ou não recorrer, já Mário Pereira ficou satisfeito com a decisão, mas lamentou “que nem todas as testemunhas tivessem sido consideradas credíveis”.