Joana Casimiro é a coordenadora do Programa de Contratos Locais de Desenvolvimento Social

O nome de Joana Casimiro para Coordenadora Técnica do Programa de Contratos Locais de Desenvolvimento Social 4ª Geração  – CLDS-4G, surge na sequência de uma proposta da ARPICA (Associação dos Reformados e Pensionistas do Concelho de Alpiarça) que foi aprovada, nesta última quinta-feira, pelo Concelho Local para a Ação Social.

Joana Casimiro desempenhou funções na área social durante vários anos na Fundação José Relvas e acompanhou o programa CLDS de 2ª geração.

Na reunião de Câmara no passado dia 12 de abril, a proposta foi aprovada com a abstenção dos vereadores do PS.

Recorde-se que a ARPICA foi a entidade nomeada pelo executivo para executar o Programa CLDS – 4G. Com críticas da oposição que questiona a entrega da coordenação à mesma entidade por duas vezes seguidas, a ARPICA fica responsável por implementar este plano centrado na promoção da inclusão social dos mais frágeis, mobilizando para o efeito a ação integrada de diferentes agentes e recursos localmente disponíveis.

A Portaria n.º 229/2018 define como objetivos aumentar os níveis de coesão social dos concelhos objeto de intervenção dinamizando a alteração da sua situação socioterritorial; Concentrar a intervenção nos grupos populacionais que em cada território evidenciam fragilidades mais significativas, promovendo a mudança na situação das pessoas tendo em conta os seus fatores de vulnerabilidade; Potenciar a congregação de esforços entre o setor público e o privado na promoção e execução dos projetos através da mobilização de atores locais com diferentes proveniências; Fortalecer a ligação entre as intervenções a desenvolver e os diferentes instrumentos de planeamento existentes de dimensão municipal.C

Com recurso a financiamento comunitário, o CLDS 4G intervém em 4 eixos: Emprego, formação e qualificação; Intervenção familiar e parental, preventiva da pobreza infantil; Promoção do envelhecimento ativo e apoio à população idosa e Auxílio e intervenção emergencial às populações inseridas em territórios afetados por calamidades e/ou capacitação e desenvolvimento comunitários.

Alpiarça só falhou um destes programas para o desenvolvimento social. Dos que foram executados, o primeiro estava a cargo da Fundação José Relvas e os restantes dois (inclui o atual) foram coordenados pela ARPICA.